Elas tornam tudo mais difícil. É um drama do começo ao fim. Elas não conseguem deixar nada de lado, cuidam de todas as coisas e de todas as pessoas, abrem mão de tudo, sentem tudo. Pensam em tudo, se preocupam com tudo, ensinam tudo, não esquecem nada. Sabem tudo, entendem de tudo, verificam todos os detalhes, fazem tudo certo, sempre têm razão. Cobram o tempo todo. Falam tudo, escondem tudo, têm ideias brilhantes. Ficam na cabeça da gente 24 horas por dia, olhando, escutando, perscrutando. Ô, meu Deus! Ainda bem que a gente tem mãe.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Fenômeno
Não se fala em outra coisa: o adeus de Ronaldo. Todo mundo chora, endeusa o moço. Há pouco tempo ele era "El Gordo", que amarelou na Copa do Mundo, que perdeu a Libertadores, que só jogava por dinheiro, sei lá mais o quê. Foi só encerrar a carreira que morreu, virou um deus na terra. Ô gente que vai com o vento...
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Gulp!
Ultimamente tudo me parece pequeno. Meio apertado, opressor, sufocante, mesmo. Tenho a sensação de que os dias estão passando, as coisas estão acontecendo, e eu sem o menor controle. Quando eu vejo já é segunda-feira, não fiz nada do que eu queria ter feito, não descansei direito, o calor está insuportável. A vida está me engolindo.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Do
Fazer é um verbo interessante. Por curiosidade, fui procurar no Houaiss. Descobri que o verbo tem 66 acepções e todas me são conhecidas.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Mais do mesmo
O trabalho começou na segunda. Meio que as mesmas pessoas, as mesmas conversas, as mesmas burrices. Ganhei milhares de beijos, com barba, sem barba, suados, com cremes os mais variados, perfumes doces, e assim vai. Até aquelas mãos sobre os óculos: adivinha quem é? que durou uns dez minutos. Não vou comentar. Mais do que nunca tenho que ativar minha maracujina interna em respeito ao não matarás (pecado mortal) e à ira (pecado capital). Mas o que importa é que os cães ladram e a caravana passa.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Os nossos tempos
Fico pensando se em outras casas, em outras empresas, em outras cidades, em outros países... existe alguma possibilidade de encontrar vida inteligente. Parece-me que o máximo que vou conseguir é uma pessoa aqui e outra ali com alguma ideia interessante ou um ponto de vista diferente. A Grécia antiga, o Renascimento, a França do início do século XX, isso não vai se repetir nas próximas gerações. Estamos fadados à mediocridade. Resistência já!!!
Homer Simpson by Matt Groening
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